Corpo
Como sensações, limites e modos de estar no mundo aparecem na experiência vivida.
Pensamento clínico

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Camada simples
Acompanho palavras, silêncios, corpo, relações e os sentidos que surgem no encontro. Isso me ajuda a compreender o que está sendo vivido, sem transformar uma teoria em resposta antecipada.
A dimensão existencial permite pensar escolhas, limites, pertencimento e modos de viver, sem tratar essas questões como etapas universais.
Como sensações, limites e modos de estar no mundo aparecem na experiência vivida.
Vínculos, encontros e tensões que participam da forma como cada pessoa vive.
Os lugares, contextos e condições concretas que atravessam uma história.
Experiências pessoais também acontecem dentro de tempos, culturas e relações sociais.
Camada conceitual
A fenomenologia orienta minha atenção ao modo singular como cada experiência é vivida. A perspectiva decolonial amplia essa escuta ao reconhecer que nossas experiências também são atravessadas pelos contextos sociais, culturais e políticos em que vivemos.
Gênero, raça, território, corpo e relações fazem parte dessa compreensão, sem se tornarem explicações universais. Cada pessoa é escutada em sua singularidade, mas nunca separada da história e do mundo que habita.
Na prática
Fenomenologia e decolonialidade orientam minha forma de escutar e pensar a clínica. Mantenho abertura para aquilo que cada encontro revela, sem partir de respostas prontas ou de um roteiro previamente definido.
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